quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Fellatio,Felação


Desde que me conheço por gente sexualmente ativa,percebi duas coisas:
1a.não sei beijar sem fazer sexo e 
2a.sexo oral é automático.
Amo, adoro, de forma espontânea.
E para tal ato ser bacana e prazeroso (para ambos) gosto e MUITO de um pinto cheirosinho, digo, limpinho e uma cueca linda.Daquelas justinhas,as tais boxers.Diz a lenda que mulher não se atrai por roupa.Quem foi o doente que disse isso???Amamos e muito.Já até mandei uma de seda de presente, mas isso é outra história.
E sobre os "pelinhos"? Descobri que sou adepta do homem que tem um mínimo de capricho (nada de metrosexual).Gosto dos aparadinhos, ou ainda dos que deixam a "barba rente" (uma delícia deslizar por eles) e porque não, dos que raspam todos.Como é uma região onde o suor é intenso, cuidados com as dobras das pernas são importantes e necessários.O bom e velho leite de colônia ou leite de rosas costuma tirar aqueles odores indesejáveis.Se se quer ser desejado é preciso desejar-se primeiro.
Abaixo uma experiência minha onde "o tal ato" é descrito:


Estava trabalhando naquela região a um ano quando ele chegou.Achei-o um homem bonito, mas não me interessei.Afinal, estava trabalhando e precisava manter a imagem respeitosa que criei.
Mas, ele passou a me solicitar, chamar a atenção,tinha dúvidas esdrúxulas sobre o trabalho e sempre que chegava perto de mim, me olhava bem nos olhos.Confesso que gostei ,mas fiquei na minha.
As sextas-feiras, saíamos os colegas pra comer/beber e jogar conversa fora.Passei a observá-lo melhor e realmente era um homem muito charmoso,espirituoso, sorridente e sempre procurando chamar minha atenção.
Numa destas sextas, ele me deu uma carona.
Estávamos de moto e ele ia pelo caminho alisando minha mão.Eu adorando, e me fazendo de desentendida.Ao chegar no meu destino, ele desceu, eu desci e num ato rápido me empurrou pra parede e me beijou.B-E-I-J-O.Na realidade foi um beijão.Daqueles sôfregos e desejados.
Jesus!!!Se tem algo que me EXCITA horrores é um homem de ação.Não me fiz de rogada e ali ficamos nos amassando.E eu tinha que tocar NELE (senão morria!!), por cima da roupa mesmo.
Ficamos apenas nisso.
Uma semana depois,na outra sexta, saímos depois do trabalho com os colegas, fomos beber no lugar de costume e um colega de trabalho percebeu o que estava acontecendo (me preocupei horrores, mas o que fazer?naquela hora,Inês já era morta).Todos foram embora e só ficamos nos dois.E de repente estávamos ali, ele e eu, naquele esfrega.(Isso mesmo, EM UM LUGAR PÚBLICO).Eu sentada e ele sentado no meu colo de pernas abertas, encaixado.Abri sua camisa e me deparei com um peito cheiroso e lisinho.Não deixei por menos, beijava-o e o lambia como se fosse o meu último dia de vida.Esfregava suas costas com as minhas mãos e alterava tocando naquele pinto que imaginava eu, ser delicioso (e era).Eu precisava despi-lo, LOGO.Fomos a um motel.Tirei sua roupa rápido.Me deparei com uma cueca boxer colada ao seu corpo.Despiroquei de vez.
Uma mão tocava naquele traseiro lindo e outra alisava meu objeto de prazer maior.Acabei tirando-a com a boca e as mãos.Me deparei com um membro lindo, duro.Meu intento era  levá-lo a boca.
Era necessário.
Se fazia necessário.
Precisava sentir sua textura, temperatura, gosto.
Deslizá-lo pela minha língua.Sentir seus vasos pulsando, sua rigidez.
E ali,  me refastelei em suas bolas da melhor maneira que conheço:lambendo, chupando.
Tentei coloco-las em minha boca, em vão.Esfreguei meus peitos nelas e no seu pinto num vai e vem, onde eu pudesse chupar a sua cabeça.Lambia e esfregava a parte interna das suas coxas e as dobras internas das pernas próximas a "ele".
A cada manifestação de prazer dele, a minha aumentava.
Seus olhos me observavam eu ali quase engolindo ele..seus sussurros me excitavam e assim passei a tê-lo dentro de mim.Várias vezes naquela noite.
Foi uma noite gloriosa.
Uma loucura, que loucura..."




Cultura Moche, Peru.800 d.C.













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